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Moral Marcial - Wude

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Tradicionalmente, os alunos que cultivam estes padrões morais são considerados merecedores de aprender.

Das duas componentes da Moral nas Artes Marciais, a Moral da Acção é a mais importante, cuja razão é muito simples: A Moral da Acção prende-se na relação dos alunos com o mestre, com os seus companheiros de treino, outros artistas marciais e o público em geral. Os alunos que não revelam moral nas suas acções não são merecedores de aprenderem os ensinamentos pois, não são dignos nem de confiança nem mesmo de serem respeitados. Além disso, sem estes valores, estes poderão abusar das artes e das suas habilidades marciais para magoar pessoas inocentes. Por isso, era comum, antes de dar início ao treino marcial a sério, os mestres observarem cuidadosamente durante muito tempo os seus alunos, até se certificarem de que estes se encontravam nos padrões da Moral da Acção.

A Moral da Mente é usada na auto cultivação, sendo um requisito para se atingir o objectivo final nas artes marciais. Os chineses consideram que existem duas mentes: a mente emocional (Xin,心) e a mente racional (Yi,意). Normalmente quando falhamos em alguma coisa é porque a mente emocional domina o nosso pensamento. Os cinco elementos da Moral da Mente são as chaves do treino, que levarão o aluno a um estado onde a mente racional domina. A autodisciplina e a auto cultivação devem ser um objectivo presente em todas as filosofias das artes marciais.

Os professores sempre consideraram a Wude como um dos critérios mais importantes na avaliação dos alunos, e faziam-no como um dos requisitos fulcrais no treino das artes marciais chinesas. Wude inclui duas componentes:

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