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Shaolin Gong Fu / Kung Fu

A denominação da palavra “marcial” em chinês é “Wu”. Esta, por sua vez, é composta por outras duas: “Zhi” que significa parar, cessar ou acabar, e “Ge” que significa lança, dardo ou armas no geral. Desde modo, podemos verificar que o significado original para as artes marciais, na China, é de “parar ou cessar o uso de armas”.

Neste contexto, “Wushu” traduz-se por “técnicas marciais”, referindo-se às técnicas que podem ser usadas de forma a cessar o combate. Isto significa, que as artes marciais chinesas foram criadas para findar as hostilidades e não para as iniciar, tendo uma raiz defensiva e não ofensiva.

Este conceito é muito diferente daquele que foi interiorizado pela sociedade Ocidental nos anos 60. Nessa altura, as artes marciais chinesas eram frequentemente generalizadas sob o termo “Kungfu” e apenas descritas como habilidades para lutar.

Contudo, o verdadeiro significado para Kung (Gong) é “energia” e para Fu é “tempo”. Quer isto dizer, que quando se aprende ou se pratica algo que implica um grande dispêndio de tempo e esforço é então chamado de Gongfu (Kungfu). Isto pode-se aplicar à música, à pintura, às artes marciais ou a qualquer outra tarefa de difícil concretização, que envolva tempo e paciência.

No entanto, Shaolin é o nome de um famoso templo budista construído no ano 495 d. C. e no qual foram criados ou fortemente influenciados muitos estilos que compõem as artes marciais chinesas. A designação “Shaolin Gongfu” traduz essa mesma origem ou influência.

Na YMAA treinam-se sob esta denominação os seguintes estilos: Grou Branco (Bai He), especializado na curta distância e no uso das mãos, e o estilo Punho Longo (Changquan), especializado na longa distância e no uso das pernas.

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Shaolin Gong Fu

Punho Longo

Grou Branco

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